Os 180 funcionários da linha de montagem de motores da Mercedes-Benz, em São Bernardo do Campo (SP), voltaram ontem ao trabalho, encerrando uma greve de 16 dias que paralisou toda a produção da empresa. Os trabalhadores, que negociavam o desconto dos dias parados, aceitaram a proposta da empresa de não descontar do período de greve o descanso semanal remunerado-- finais de semana e feriados-- nem incluir nos descontos o 13o. salário e as férias. A categoria já havia aceito o rejuste salarial de 59,11% oferecido pela FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) aos funcionários das montadoras de veículos (GM).