AUTOMAÇÃO DE POSTOS PROVOCARÁ DESEMPREGO

O presidente da Federação Nacional do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo, Gil Siuffo, estimou ontem, no Rio de Janeiro, em cerca de 240 mil o número de frentistas que poderá ser demitido dos postos, caso se generalize a automação dos serviços como forma de garantir competitividade e redução de preços dos combustíveis. Siuffo, assim como o presidente do Sindicato Nacional do Comércio Atacadista de Derivados de Petróleo, Onar Carneiro da Cunha, é da opinião de que a liberação de preços não se deve limitar aos postos, mas estender-se também às distribuidoras e ao segmento que opera fretes. Atualmente, os 22 mil postos do país empregam 300 mil frentistas. A automação os reduziria para cerca de 60 mil (GM).