A Central Geral dos Trabalhadores (CGT) vai entrar no Supremo Tribunal Federal (STF), na próxima semana, com uma ação de inconstitucionalidade e pedido de liminar contra a medida provisória que fixou regras para os reajustes salariais. O presidente da CGT, Francisco Canindé Pegado, disse que a ação vai contestar principalmente o artigo 8 da medida, que proíbe acordos coletivos que estabeleçam reajustes acima dos previstos na própria medida. A Constituição assegura o reconhecimento dos acordos entre patrões e empregados (FSP).