O ministro do Trabalho e Previdência Social, Antônio Rogério Magri, recebeu ontem de representantes da CGT (Confederação Geral dos Trabalhadores), da USI (União Sindical Independente) e de diversas confederações nacionais de trabalhadores, documento de repúdio à medida provisória no. 193, que estabelece regras de reposição das perdas salariais para o setor privado. Os sindicalistas querem trabalhar junto ao Congresso Nacional para que a MP seja derrubada, além de arguir sua inconstitucionalidade na Justiça. No documento, os sindicalistas apontam cinco pontos irregulares na MP: inconstitucionalidade, arrocho salarial, exclusão dos funcionários públicos, exclusão dos aposentados e pensionistas e dificuldade de compreensão (O Globo).