O Brasil decidiu aceitar a inclusão do comércio internacional de serviços no âmbito do Acordo Geral de Tarifas e Comércio (GATT). A novidade anunciada no Rio de Janeiro pelo ministro da Infra-estrutura, Ozires Silva, pode levar o país a admitir a participação estrangeira em áreas reservadas a empresas nacionais como bancos, seguros, informática, construção civil e transportes. Ozires justificou a mudança, argumentando que o setor de serviços representa 70% do faturamento do comércio internacional (JB).