As 37 universidades federais não vão demitir 42 mil funcionários e nem cortar 30% dos gastos com pessoal como determinou a Secretaria de Administração Federal. Ontem, reunidos no Ministério da Educação, em Brasília, os reitores decidiram oferecer cursos noturnos e aumentar o número de vagas no próximo ano, além de promover reduções nas funções gratificadas e comissionadas, horas extras, "jetons" e outros gastos com pessoal. Eles calculam que a economia chega a 15% ou 20% (FSP).