A CGT (Confederação Geral dos Trabalhadores) elaborou, através de Walter Tesch, seu assessor nacional, uma radiografia do Ministério do Trabalho e Previdência Social. No documento, a entidade defende a participação das entidades sindicais na fiscalização das empresas e nos programas de formação de mão-de-obra realizados pelas entidades empresariais e pelo Ministério do Trabalho. A direção da CGT observa que a central sindical não pode se limitar a reivindicar salários e a correr atrás da inflação. É essencial, também, exercer uma política de co-gestão nos órgãos públicos. É a seguinte a estratégia da CGT para fazer com que o movimento sindical participe do processo de fiscalização das empresas: =-- designar um responsável Em cada CGT Estadual para acompanhar os planos de fiscalização do Ministério do Trabalho; =-- acompanhar as atividades dos fiscais e das associações de fiscais do trabalho, previdência, etc.; =-- buscar informações de fiscalização do Estado e manter estatísticas de empresas que mais provocam acidentes ou são autuadas; -- exigir que a fiscalização, ao chegar nas empresas, comunique aos representantes dos trabalhadores, para que estes saibam que a empresa está sendo fiscalizada (JC).