A direção regional da Central Única dos Trabalhadores (CUT) de Minas Gerais decidiu manter a greve geral marcada para o próximo dia 12, mesmo depois de a executiva nacional da entidade ter cancelado o movimento e optado pela paralisação apenas das categorias mobilizadas por dissídios coletivos. O presidente estadual da CUT, Carlos Calazans, disse que a decisão da executiva nacional foi equivocada. Ele acha impossível voltar atrás já que várias categorias estão paradas no estado, como os 230 mil professores da rede pública. Com o apoio da Central Geral dos Trabalhadores (CGT), Calazans disse que pretende levar a greve além do dia 12, com a ocupação de fábricas. As principais categorias que apóiam a greve geral em Minas e devem parar são os bancários, metalúrgicos, motoristas de transporte coletivo, eletricitários, tecelões, professores, profissionais de saúde e da construção civil (O ESP).