As fundações de previdência complementar começam a recorrer para se livrar da obrigação de comprar Certificados de Privatização (CPs) de empresas estatais a serem emitidos e letras hipotecárias, lançadas no ano passado. As associações argumentam que a aquisição compulsória acabará comprometendo sua rentabilidade e os benefícios dos trabalhadores. A Associação dos Antigos Funcionários do Banco do Brasil entrou com ação na 3a. Vara Federal, no Rio de Janeiro, contra a Previ (caixa de previdência do BB), o Banco Central e o governo. O patrimônio das fundações é de US$15 bilhões e 3% de todo o dinheiro arrecadado nos próximos seis meses devem ser destinados à compra dos certificados (JB).