A União está gastando em torno de Cr$2,5 milhões a cada quinzena para manter armazenadas no Rio Grande do Sul 7,1 mil toneladas de carne bovina importada da Europa na época do Plano Cruzado (1986) e sob suspeita de estar contaminada pela radioatividade de Chernobyl (URSS). A comercialização da carne está proibida por decisão judicial, num impasse que se arrasta há três anos. A responsável por esta carne no estado é a COBAL (Companhia Brasileira de Alimentos). O gerente regional da empresa, Juarez Charnesky, disse que enquanto o caso não for resolvido na Justiça, a União nada pode fazer (O ESP).