O governo se comprometeu ontem a não usar medida provisória para instituir uma política salarial transitória. O anúncio foi feito pelo ministro da Justiça, Bernardo Cabral, durante reunião com os líderes partidários e com os ministros do Trabalho e Previdência Social, Antônio Rogério Magri, e da Economia, Zélia Cardoso de Mello. Ficou acertado durante o encontro que o governo aceita discutir os "mecanismos transitórios" de reajuste, mas descarta aumentos automáticos (FSP).