O vice-presidente do CITIBANK e coordenador do comitê de assessoramento dos bancos credores do Brasil, William Rhodes, ao comentar a decisão brasileira de não aceitar um programa com o FMI, disse que os banqueiros esperam que o Brasil no mínimo permita, no futuro, a monitoração de sua economia pelo Fundo. "Mas, até que isso aconteça, os bancos não devem se negar a estudar as propostas de um programa de reescalonamento plurianual". Ele disse ainda que os bancos já tinham concordado, desde o início do mês, com um esboço de programa para o reescalonamento dos empréstimos vencidos em 1985 e a "rolagem" automática dos que vencem este ano, o que representa um total de US$16 bilhões em linhas de crédito interbancárias por um ano (JB).