O governador da Bahia, Nilo Coelho, demitiu ontem 51 médicos dos 4,4 mil que se encontram em greve há 29 dias por melhores salários. Todos os demitidos eram lotados em serviços de emergência da rede hospitalar estadual, tinham menos de cinco anos no emprego e não haviam ingressado no serviço por concurso público. A lista, segundo o governador, é a primeira de uma série (JB).