O reitor da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), Alexandre Pinto Cardoso, informou ontem que a Universidade não tem condições de demitir 30% de seus funcionários, conforme determinação do governo, porque isso causaria a interrupção de vários projetos, entre os quais o programa de pesquisa da AIDS, o curso de pós-graduação em meio ambiente e a área de pesquisa de petróleo em águas profundas. Para reduzir custos, o reitor propõem a redução a zero das funções comissionadas e gratificadas e a aplicação de um regime jurídico único para todos os servidores, que deixariam de ser regidos pela CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) para se transformar em estatutário. Com isso, a UFRJ deixaria de recolher a cada mês 8% destinados ao FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) (O Dia).