A primeira-dama Rosane Collor, presidenta da LBA (Legião Brasileira de Assistência), disse ontem, no Rio de Janeiro, que não será "necessário" demitir os cerca de 1,3 mil funcionários que trabalhavam na presidência nacional da entidade, antes de sua transferência do Rio para Brasília. Segundo Rosane Collor, os funcionários da presidência da LBA deverão ser incorporados à Superintendência do órgão no Rio, que já conta com 1,4 mil funcionários (FSP).