Ao mesmo tempo em que aprovavam a continuação da greve, iniciada há 22 dias, os professores de escolas particulares do Rio de Janeiro decidiram não repor as aulas perdidas. "Se o patronato está descontando os dias parados, não vamos repor aulas coisíssima nenhuma", disse o presidente do sindicato da categoria, Gílson Puppoin, a quatro mil grevistas reunidos ontem em assembléia-geral. Os professores marcaram nova assembléia para o próximo dia 18 (JB).