As direções da FIAT, em Betim (MG), e da General Motors, em São Caetano do Sul (SP), foram unânimes ontem em concordar com a idéia do governo de liberar a importação de carros, desde que as regras para os carros importados sejam iguais para os veículos fabricados no país. "Se pudermos utilizar os componentes eletrônicos em geral e a informática sem restrições, tudo bem", resume André Beer, vice-presidente da GM do Brasil. Alberto Fava, superintendente da FIAT diz que, se o governo adotar medidas equilibradas nessa relação, não haverá nenhuma dificuldade na convivência entre as duas partes envolvidas no processo de liberação das importações, "permitindo, inclusive, um maior nível de concorrência para o mercado e os fabricantes" (JB).