O aumento real de 6,09% para o salário-mínimo a cada dois meses vai elevar em US$175 bilhões as despesas da Previdência Social até o final do governo Fernando Collor. Esse número corresponde a 50% do Produto Interno Bruto (PIB) de 1989. O Ministério do Trabalho e Previdência Social paga benefícios, reajustados de acordo com o valor do salário- mínimo, para 14,5 milhões de pessoas (FSP).