O primeiro secretário da Câmara dos Deputados, Luiz Henrique (PMDB-SC), determinou à diretoria-geral da Câmara a realização de um estudo visando a contratação dos cerca de 600 funcionários que executam servioços de limpeza e vigilância na Casa. A opção mais provável é a contratação destes funcionários pela Ascade (Associação de Funcionários da Câmara), o que evitaria a contratação mediante concurso público, segundo informa o diretor-geral da Câmara, Adelmar Sabino. Esses funcionários são contratados por empresas prestadoras de serviço e ganham de um a dois salários-mínimos, enquanto o piso salarial na Câmara é de Cr$51.846,97. Luiz Henrique afirma que o valor dos salários destes novos funcionários dependerá de recursos orçamentários. Mas acrescenta que pretende criar um quadro funcional com "remuneração condigna, privilegiando os funcionários mais antigos". Estes funcionários trabalham como porteiros, faxineiros, zeladores e ascensoristas, no prédio principal da Câmara e nos 18 blocos de apartamentos funcionais ocupados por parlamentares (FSP).