O Brasil vai procurar manter um diálogo aberto, leal e amistoso com os EUA, mas não abrirá mão de teses que considera inegociáveis, como a decisão de não assinar o Tratado de Não Proliferação Nuclear. Esta é a posição do chanceler Francisco Rezek e que será levada ao secretário de Estado dos EUA, James Baker, com quem se encontra no final deste mês ou no início de maio (O Globo).