Grande parte dos 180 mil bóias-frias paranaenses, envolvidos na colheita do algodão, ainda não conseguiu receber os pagamentos relativos aos trabalhos executados na safra deste ano. O presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura (FETAEP), Antenor Beni, calcula que, desse montante, apenas 10% foi beneficiado pela portaria do governo que autoriza a liberação dos cruzados retidos, dos produtores de algodão, para pagamento de mão-de-obra (GM).