O presidente Fernando Collor de Mello vetou o dispositivo criado pelo Congresso que prevê um aumento real de 6,09% a cada bimestre, a partir de agosto, para o salário-mínimo. Ao vetar alterações como esta, feitas por deputados e senadores ao Plano Collor, o presidente rompeu acordos fechados pelos líderes do governo com outros partidos. Só a maioria absoluta no Congresso pode derrubar os vetos (FSP).