O secretário-geral da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Gilmar Carneiro dos Santos, defendeu ontem a realização de "greves japonesas", com os trabalhadores comparecendo às empresas para pressioná-las a retomar ou intensificar a produção. Para ele, a redução de jornada e salários, que tem sido aplicada em diversos casos, só deve ser aceita se a empresa comprovar dificuldade real (FSP).