O ministro do Trabalho e Previdência Social, Antônio Rogério Magri, disse ontem, em São Paulo, que a criação de um Banco dos Trabalhadores não é prioridade para garantir a fiscalização de depósitos como o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço). Apesar de ter defendido a idéia quando era presidente da CGT (Confederação Geral dos Trabalhadores), sua opinião mudou porque, segundo ele, os trabalhadores têm agora duas outras garantias que substituem a idéia do banco: "eles têm um ministro que foi sindicalista e o novo governo não permitirá que empresas prejudiquem os trabalhadores" (FSP).