Em apenas 24 dias úteis, entre 28 de fevereiro e seis de abril, o Banco Central praticamente quadruplicou o estoque de papel-moeda em circulação. O volume de moeda impresso pela Casa da Moeda passou do equivalente a Cr$87 bilhões em fins de fevereiro para Cr$259 bilhões em fins de março e chegou a Cr$335 bilhões no último dia seis. O BC realizou aquela emissão quase que praticamente para atender à demanda do público por papel-moeda, que normalmente cresce em fases de estabilização da inflação. Ao contrário dos planos anteriores, no entanto, o público tem demonstrado desta vez forte preferência em reter a moeda consigo. O BC estima que apenas cerca de 10% do montante sacado pelo público junto às agências bancárias tenha retornado aos bancos na forma de depósitos (GM).