A SIDERBRÁS, empresa extinta por medida do Plano Collor, deixa uma dívida externa de US$12 bilhões, cerca de 10% da dívida externa brasileira, para o Tesouro Nacional. A extinção da empresa deixou também outro problema para o liquidante Evaldo José de Oliveira, que tomou posse ontem. Ele não sabe como serão resgatadas as debêntures, no total de US$400 milhões, que foram emitidas em outubro do ano passado e que vencem num prazo médio de cinco anos. Oliveira tem seis meses para concluir a liquidação (FSP).