Segundo as informações, o presidente Fernando Collor e a ministra da Economia, Zélia Cardoso de Mello, articulam um novo "pacote" de medidas destinado apenas realizar mais cortes em gastos públicos, depois de aprovadas todas as medidas provisórias pelo Congresso Nacional. A convicção no governo, embora não revelada oficialmente, é de que o Plano Collor penalizou mais o setor privado do que o público, já que as medidas implicam basicamente aumento da receita (arrecadação) e não corte de despesas. "A idéia é cortar mais", sustenta o secretário da Administração, João Santana (FSP).