Cerca de duas mil pessoas participaram ontem de um ato público promovido pelo Sindicato dos Metalúrgicos de Volta Redonda (RJ) em protesto contra a paralisação de alguns setores produtivos da CSN (Companhia Siderúrgica Nacional), pela garantia do emprego e contra a ameaça de privatização da empresa. Não foram registrados incidentes. O presidente da CSN, Juvenal Osório, disse que a decisão de desativar, a princípio por 10 dias, 14 equipamentos do setor de produção vai representar um prejuízo de US$50 milhões, o que significa mais de 20% do faturamento de março. Ele garantiu, no entanto, que os três mil funcionários desses setores não serão demitidos-- eles vão participar de cursos de treinamento, reforçando as equipes de manutenção da empresa (O Dia).