O presidente da Companhia do Metropolitano do Rio de Janeiro, Álvaro Santos, afirmou que, com uma dívida de US$1,7 bilhão e com apenas 14 dos 23 trens que funcionavam em 1981, o metrô corre o risco de ser desativado dentro de seis meses. Ele criticou o governo federal por não repassar recursos financeiros ao Estado do Rio de Janeiro, o que qualificou como uma discriminação ao governo Brizola (JB).