A Central Única dos Trabalhadores (CUT) e um grupo de 20 empresários paulistas começaram a negociar, ontem, a elaboração de um projeto comum de ajustes ao plano econômico do governo. A preocupação principal é com a manutenção do emprego. Tanto Jair Meneghelli, presidente da CUT, quanto os empresários-- entre outras entidades estiveram presentes a Associação Brasileira da Indústria de Fundição (ABIFA), Associação Brasileira da Indústria de Máquinas (ABIMAQ) e Associação Brasileira da Indústria de Alimentação-- consideram que o plano é recessivo e querem elaborar uma estratégia para evitar a destruição de uma grande quantidade de postos
29004 de trabalho, segundo Adauto Ponte, presidente da ABIFA (JB).