A indústria paulista está com suas atividades quase paralisadas segundo avaliação feita ontem pelo Conselho Superior de Economia da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) em decorrência dos efeitos do Plano Collor. Quase 90% das empresas concederam licença remunerada a uma parcela de seus empregados da produção e mantêm o remanescente nos serviços de manutenção. Segundo o SINDIPE>AS (Sindicato da Indústria de Autopeças), cerca de 70% das empresas do setor já concederam ou estão concedendo licença remunerada ou férias coletivas a cerca de 200 mil funcionários. A indústria automobilística e seus fornecedores suspendeu seu faturamento. Segundo o diretor do Departamento de Economia da FIESP, Sérgio Bergamini, "não está havendo negociação com fornecedores nem com compradores" (O ESP) (FSP).