O presidente Fernando Collor disse ontem, em Brasília, que o Brasil está disposto a "sentar à mesa (de negociação) sem nenhum tipo de posição unilateral". A dívida será paga "convenientemente dentro de juros e prazos que nós iremos estabelecer dentro dessa renegociação". A posição do presidente contrasta com a apresentada durante a campanha, quando defendia a fixação de um limite anual de 1,5% a 2% do PIB (Produto Interno Bruto)-- o que daria de US$5 bilhões a US$7 bilhões-- para o envio de recursos destinados ao pagamento de juros da dívida externa (FSP).