O balanço da primeira semana das novas medidas econômicas no que se refere a demissões "ainda não configura uma tendência mas chega a ser preocupante na opinião de economistas e diretores de pesquisas de emprego. Sérgio Mendonça, coordenador do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Sócio-Econômicos (DIEESE), considera "que já era esperado um momento no número de demissões em função dos movimentos especulativos de formação de estoques que as empresas realizaram no final do ano passado e começo desse. Com as incertezas em relação ao futuro da economia, as empresas optaram por estocar-se e manter-se em compasse de espera até a edição do plano de estabilização (GM).