O plano econômico do governo Collor bloqueou as aplicações de 44 órgãos da administração indireta do Estado do Rio de Janeiro, no montante de NCz$500 milhões, o que poderá provocar cortes em investimentos até nos serviços de água e esgoto. Foram afetadas 10 autarquias, sete empresas públicas, 13 fundações e 14 empresas de economia mista. Os recursos afetados tiveram o mesmo tratamento dado às empresas privadas: saques limitados a 20% do saldo ou Cr$25 mil, podendo haver conversões para o pagamento de funcionários. No Rio Grande do Sul, as empresas estatais do governo do estado tiveram cerca de NCz$2 bilhões bloqueados pelo Plano Collor. Elas também só poderão sacar 20% do saldo ou Cr$25 mil (JB) (GM).