Sem estabelecê-la, o PT vai defender, no Congresso Nacional, a ampliação do limite de Cr$50 mil, fixado pelo Plano Collor, como valor máximo para retiradas na caderneta de poupança. A decisão foi tomada ontem, em São Paulo, durante reunião da direção do partido. "Achamos que o combate à hiperinflação é fundamental, mas não mexeríamos na poupança", disse Aloízio Mercadante, principal assessor econômico do PT, para quem o programa econômico "acabou misturando poupadores com grandes especuladores que migraram de outras aplicações para a caderneta". O partido estuda ainda as medidas no setor salarial e cobra do novo governo "uma definição clara da política externa" (JC).