CAI O NÍVEL DE EMPREGO EM CAMPINAS

O nível de emprego dos metalúrgicos na região de Campinas (SP) vem caindo acentuadamente desde setembro do ano passado, ao mesmo tempo em que a rotatividade vem aumentando. É o que indica a pesquisa realizada pela sub-seção do DIEESE (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Sócio-Econômicos). Os números da pesquisa-- que enfocou um universo de 54 mil trabalhadores-- revelam que após o ápice alcançado em agosto passado, com uma taxa positiva de 1,79%, o nível de emprego começou a baixar mês a mês, chegando a taxas negativas em dezembro e janeiro últimos. A taxa positiva de 1,79% em agosto caiu para 0,89% em setembro, 0,75% em outubro, 0,45% em novembro, até chegar a dezembro com a marca negativa de 0,20%-- o que representa a eliminação de 97 postos de trabalhadores-- e 0,47% em janeiro passado, indicando o corte de 229 postos profissionais. Apesar da queda iniciada em setembro, a categoria fechou o ano de 1989 com um índice de emprego maior que o do ano anterior. Segundo o DIEESE, de janeiro a dezembro do ano passado foram criados 1.095 novos postos de trabalho, o que representa uma taxa positiva de 2,03%. Em 1988, a taxa positiva foi de 0,63%, com a criação de 324 novos empregos (GM).