FUTURA MINISTRA DE COLLOR FOI "MARAJÁ" EM ALAGOAS

A futura ministra da Ação Social, Margarida Maria Maia Procópio, e seu marido, o promotor público aposentado Januário Procópio Toledo, eram marajás em Alagoas. Os dois juntos recebiam do governo do estado 194,34 salários-mínimos por mês, em fevereiro de 1987, equivalentes hoje a NCz$714.016,82. A futura ministra e o marido integravam a lista de 273 marajás publicada pelo então governador Fernando Collor de Mello após sua posse, na edição de 26 de março do jornal "Gazeta de Alagoas", da família Collor. Januário Procópio era o 46o. maior salário entre os marajás de Alagoas. Sua esposa era a 265a. da relação. Apesar disso, Collor concedeu à sua hoje futura ministra uma gratificação de 33%, "a título de gratificação por serviços extraordinários". Ela recebeu a gratificação na condição de subsecretária do Gabinete Civil. Margarida trabalhava com Collor desde 1979, na prefeitura de Maceió (FSP).