O diretor-geral da Polícia Federal, delegado Romeu Tuma, admitiu ontem que continuará no cargo a convite do futuro ministro da Justiça, Bernardo Cabral. Tuma disse que tem conversado com Cabral sobre as dificuldades da PF, principalmente a falta de pessoal e de equipamentos. Atualmente, a PF tem cerca de seis mil homens em todo o país e precisa de helicópteros e jipes para policiar as fronteiras. Tuma quer abertura de concurso para contratação de agentes para a PF, a criação do sistema de rodízio para policiais que trabalham nas fronteiras (hoje eles ficam mais de dois anos no mesmo local) e liberação de maiores recursos para o órgão (O ESP).