Para facilitar no Senado Federal a aprovação de seu nome para a presidência do Banco Central, o economista Ibrahim Eris vendeu aos seus dois sócios (os nomes não foram citados) sua participação na distribuidora de títulos Linear. Eris não quis comentar seus planos para o BC, com o argumento de que eles dependem do Senado: "sou apenas candidato à presidência", disse. O Sindicato dos Funcionários do BC divulgou uma nota de repúdio à escolha de Ibrahim Eris para a presidência da instituição. A rejeição se deve principalmente ao fato de o economista já ter ocupado cargo em instituição financeira privada (FSP) (O Globo).