O Sindicato dos Funcionários do Banco Central denunciou ontem, no Rio de Janeiro, a discriminação contra os 1,8 mil trabalhadores que prestam serviços ao banco, em todo o país, através de empresas locadoras de mão- de-obra. "Essas empresas não passam de um artifício para manter empregados por salários mais baixos sem estabilidade no emprego, e muitas vezes até sem direito a férias", denunciou o presidente do Sindicato, Paulo Roberto de Castro, explicando que os contratos com as firmas locadoras são renovados anualmente, através de licitações, mas os empregados permanecem no BC, sendo demitidos e recontratados, perdendo todos os seus direitos (O Dia).