Uma das primeiras tarefas do futuro ministro do Trabalho e Previdência Social, Antônio Rogério Magri, será negociar com o Congresso Nacional alterações no Plano de Benefícios da Previdência Social. Magri já está analisando os estudos que foram preparados pela equipe de transição sobre as repercussões da aprovação do projeto no caixa da Previdência. A conclusão dos técnicos é a de que não há recursos para bancar o projeto elaborado pelo deputado Floriceno Paixão (PDT-RS). Os técnicos consideram o projeto de Paixão inviável financeiramente, pois eleva demais o valor dos benefícios, ao mesmo tempo em que reduz os prazos mínimos para o trabalhador ter direito às aposentadorias (FSP).