O novo governo está trabalhando com a possibilidade de criar um "banco de reservas" para agregar os funcionários públicos excedentes. Esses funcionários ficariam em disponibilidade e seriam requisitados por órgãos públicos que tenham escassez de pessoal. Foi o próprio presidente eleito, Fernando Collor de Mello, que usou a expressão "banco de reservas", durante jantar com parlamentares do PDS, anteontem. A assessoria econômica do presidente eleito fala em demitir entre 20 mil e 180 mil servidores (FSP).