A equipe econômica do presidente eleito, Fernando Collor de Mello, abandonou definitivamente a idéia de usar a lei delegada para adotar suas medidas econômicas. A informação foi dada anteontem pelo futuro ministro da Justiça, Bernardo Cabral. Ele disse que a reação no Congresso Nacional à adoção da lei é o motivo da mudança. As medidas econômicas, segundo Cabral, serão implementadas através de medidas provisórias (FSP).