Segundo as informações, a reforma bancária não deverá ser iniciada antes de agosto e será Intensamente" debatida com todos os envolvidos. A questão é objeto de divergências dentro da área econômica do governo, na qual três correntes têm posições diferentes sobre a necessidade e urgência de sua execução. "Existe um grupo, liderado pelos economistas Luiz Gonzaga Belluzo e João Manoel Cardoso Melo, do Ministério da Fazenda, que pretende deflagrar a reforma bancária imediatamente. E a tendência predominante, no momento, é não fazer uma reforma global do sistema bancário, mas sim promover gradualmente os ajustes que forem necessários. Essa é a proposta defendida pelo Ministério do Planejamento. A terceira corrente defende a manutenção da atual organização do sistema bancário. Dentro do governo, esse ponto de vista é defendido pelos integrantes dos bancos estatais" (O Globo).