O ministro da Justiça, Paulo Brossard, disse que está juridicamente impedido de intervir na apuração do assassinato do padre Josimo Morais Tavares, em Imperatriz (MA), porque "é atribuição dos policiais nos Estados envolvidos", mas confirmou que dentro de um mês deverá criar uma secretaria-geral adjunta no seu Ministério para lidar diretamente com os secretários de Segurança e governadores nos casos de segurança pública que exigem envolvimento do governo federal, como os conflitos agrários (JB).