Os frentistas de São Paulo já aceitam trabalhar com a mistura metanol- etanol-gasolina. Eles exigem, no entanto, que os postos de abastecimento forneçam equipamentos de segurança para manuseio do combustível. "Não vamos trabalhar com o metanol enquanto as normas de segurança não forem cumpridas pelos postos", disse ontem o presidente do sindicato da categoria em São Paulo, Antônio Porcino Sobrinho. No seu entender, os equipamentos mínimos necessários são: macacões impermeáveis, luvas, botas e óculos. No Rio de Janeiro, cerca de 40 caminhoneiros promoveram ontem uma carreata pela zona sul da cidade. A manifestação foi promovida pelos caminhoneiros autônomos que transportam combustível. Eles querem que as empresas distribuidoras forneçam roupas protetoras para o metanol (FSP).