Os gastos com as importações de petróleo vão aumentar 36% este ano, devendo atingir US$4 bilhões. Esta elevação não se deve apenas ao aumento estimado de US$2 no preço médio do barril de petróleo, no mercado externo, que deverá ficar em US$18, mas também à queda das exportações de derivados de petróleo, basicamente gasolina, devido à maior demanda interna provocada pelo colapso no programa do álcool. No cálculo do dispêndio líquido com as importações deduz-se o faturamento com as exportações de derivados, que ficarão este ano em apenas 19 mil barris diários, contra o saldo de 50 mil barris no ano passado. As informações são da PETROBRÁS (JB).