O Brasil está integrando um inédito fundo de bônus de nações em desenvolvimento, lançado há pouco mais de um mês, nos EUA, pela Scudder, Stevens & Clark, a mesma administradora do "Brazil Fund" de ações. O novo fundo-- que investe em papéis da Argélia, Argentina, Brasil, México e Venezuela-- já captou US$77 milhões e aplicou 60% desse volume em bônus das nações integrantes. A atração do novo fundo está no fato de ser lastreado em papéis que nunca deixaram de ser honrados. Os bônus, que no caso brasileiro são emitidos em função da entrada de dinheiro novo na renegociação da dívida externa, são ao portador e não entram no esquema de acerto com os credores. Por isso apresentam risco baixíssimo (O Globo).