Embora tenha afirmado que ainda não recebeu convite oficial do presidente eleito, Fernando Collor de Mello, para continuar à frente do Departamento de Polícia Federal, o delegado Romeu Tuma, que dirige o órgão há quatro anos, adiantou ontem, no Rio de Janeiro, alguns de seus principais planos, caso o convite lhe seja feito. Entre eles, estão o melhor aparelhamento da PF, com a compra de novos carros e de helicópteros e a contratação de mais 1,5 mil agentes, especialmente para reforçar a vigilância nas fronteiras e para combater o tráfico de drogas. Os planos incluem também a compra de novos equipamentos para o INPE (Instituto de Pesquisas Espaciais), de São José dos Campos (SP), que ajuda a PF a rastrear pistas de pouso clandestinas no país (O Globo).