Na primeira semana de governo o presidente eleito, Fernando Collor de Mello, criará um "Banco de Funcionários" para viabilizar a prometida reforma administrativa com que pretende mudar a máquina do Estado. O Banco reunirá os funcionários dos seis ministérios extintos que não encontrarem função em outras entidades do setor público. A equipe do novo governo não sabe quantos servidores irão para o "Banco", mas, desde logo, sabe-se que esses servidores ficarão em casa. Eles continuarão recebendo o salário básico, mas perderão as gratificações. Outros adicionais incorporados à remuneração e que não podem ser suprimidos legalmente serão pagos proporcionalmente ao tempo de serviço. Quando o governo precisar, os convoca (JB).